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Virus da paralesia crónica

O virus que provoca a paralesia crónica nas abelhas foi um dos primeiro a ser identificado e isolado. Os sintomas são visiveis nas abelhas adultas e podem ter dois conjuntos de sintomas, chamados sindroma tipo 1 e tipo 2. Abelhas adultas afectadas pelo Sindroma tipo 1 mostram sinais de tremuras das asas e do corpo, não conseguem voar e andam apenas pelas paredes e fundo das colmeias. Por vezes encontramos muitas abelhas em troncos de plantas próximos da colmeia e parecem não conseguir regressar à colmeia. As abelhas mostram também sinais de terem o abdomen inchado e sofrem normalmente de disenteria, morrendo ao fim de alguns dias após o aoparecimento dos sintomas. Os sintomas do sindroma tipo 2 passam por abelhas com aparência oleosa, sem pelos, complectamente negras que voam numa fase inicial, mas que após alguns dias deixam de voar, começam a mostrar sinais de tremuras e morrem. Ambos os tipos 1 e 2 podem ocorrer em simultâneo na mesma colmeia. O contágio dá-se por contacto directo entre os corpos das abelhas. O contágio entre colónias é mais acentuado quando existe um elevado número de colmeias a fazer a polinização de uma monocultura como por exemplo de girassol, colza ou trevo. Este virus dizima uma colmeia muito rapidamente num intervalo de poucas semanas.  O virus encontra-se largamente disseminado e o aparecimento dos sintomas pode ocorrer em qualquer altura do ano. No entanto primavera e verão sáo as alturas mais frequentes e é quando ocorrem mortalidades mais elevadas, no entanto o virus permanece adormecido na colmeia ao longo de todo o ano. 

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